Quando Monstros S.A 2, sair nos cinemas em Novembro.
Crianças pequenas na fila :
“mamãe , eu quero ser o primeiro a entrar”
Eu :
“eu esperei 11 longos anos para isso , eu vou primeiro.
- Amor de melhor amigo.
- Ele: Vaca. Acorda!
- Ela: Cara, são 4:30 da manhã, o que tu quer?
- Ele: Liga a Tv no canal 86.
- Ela: É um canal de leilão de vacas.
- Ele: Tu ta famosa gata!
- Ela: Me ligou essa hora pra isso fdp?
- Ele: Tu só dorme também em.
- Ela: Morre babaca.
- Ele: Vai agüentar viver sem mim?
- Ela: Claro que sim idiota.
- Ele: Te amo delicia!
- Ela: Também te amo viadinho!
O contrário →
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor. Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Martha Medeiros
CamilaVilant: Thiago Duarte →
fiquei horas e horas pensando no que escrever e nada me vinha na cabeça,pensei até em copiar qualquer frase,qualquer texto mais não é qualquer coisa que te descreve,não é qualquer coisa que iria explicar o quanto és importante pra mim,é complicado sim falar o quanto você é especial na minha vida e…
Aquele momento que alguem tá procurando alguma coisa:
E eu sei aonde está
“Diz uma lenda chinesa que amizades verdadeiras são como árvores de raízes profundas: nenhuma tempestade consegue arrancar.”
Quando era criança não tive blackberry, iphone, nem Wii, nem Play, muito menos Xbox. Eu brincava de esconde-esconde, pega-pega, queimada. Só ia para casa quando escurecia. Minha mãe não me ligava no celular, só gritava: PRA DENTRO! Jogava com amigos descalço e na terra e não existia esse tal de gel antibactericida! Que infância boa! Reblogue se você já tomou água da mangueira e mesmo assim sobreviveu!
Você sabia que 4 horas na frente do computador, é a mesma coisa que fumar UM cigarro de maconha?
Nossa mano, já superei o Bob Marley então!










